Legado das Águas e ODS: atuação por uma prosperidade social e ambiental!

Em 2015, a Organização das Nações Unidas (ONU) apresentou os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), orientações para a atuação de instituições públicas e privadas até 2030 que fomentem a saúde e bem-estar das pessoas, assim como a conservação dos ecossistemas.

Os ODS têm 169 metas e 254 indicadores, os quais equilibram os três pilares do desenvolvimento sustentável – econômico, social e ambiental – de maneira integrada e indivisível. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) faz o monitoramento de 101 indicadores, desta forma, oferece um parâmetro de como os objetivos podem ser trabalhados no país.

Apesar dessa referência, o Relatório Luz 2021, produzido pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 (GTSC A2030), revela que do total de metas, 92 (54,4%) estão em regressão, 27 (16%) estagnadas, 21 (12,4%) ameaçadas e 13 (7,7%) não tiveram progresso suficiente. As outras 15 (8,9%), não foram avaliadas porque não haviam informações disponíveis.

Legado das Águas e ODS

 

Para contribuir, efetivamente, com a Agenda 2030, o Legado das Águas, maior reserva privada de Mata Atlântica do Brasil, é signatário do Pacto Global e segue as recomendações da ONU. Sendo assim, as frentes de trabalho da Reserva atuam em sinergia com as metas e indicadores de 14 dos 17 ODS:

 

– Erradicação da pobreza (1); 

– Fome zero e agricultura sustentável (2); 

– Saúde e bem-estar (3); 

– Educação de qualidade (4); 

– Igualdade de gênero (5); 

– Água potável e saneamento (6); 

– Trabalho decente e crescimento econômico (8); 

– Indústria, inovação e infraestrutura (9); 

– Redução das desigualdades (10); 

– Cidades e comunidades sustentáveis (11); 

– Consumo e produção responsável (12); 

– Ação contra a mudança global do clima (13); 

– Vida terrestre (15); 

– Parcerias e meios de implementação (17).

Visando ser transparente em seu negócio, o Legado publicou o ODS Relatório de Progresso que aponta a evolução na supervisão dos indicadores e das principais áreas de operação da Reserva no primeiro semestre de 2021. Dentre os principais resultados, podemos destacar as ações abaixo:

 

  • Expressiva contratação de mão de obra, serviços e/ou materiais de fornecedores do Vale do Ribeira, região onde o Legado está inserido;
  • Ações de educação ambiental, com outras empresas e com as comunidades vizinhas;
  • Produção de plantas nativas da Mata Atlântica e realização de projetos de reflorestamento e paisagismo em cidades;
  • Pesquisas científicas em diferentes frentes de atuação, principalmente com fauna e flora;
  • Gestão dos resíduos domésticos no interior da Reserva;
  • Programa de Saúde Única (PSU), que possibilitou integrar pesquisas executadas na Reserva junto a agentes da saúde de municípios vizinhos, com foco na convivência harmônica com a natureza;
  • Apoio à gestão pública aos municípios do entorno em frentes de saúde, ordenamento territorial e valorização das potencialidades locais para uma economia mais próspera.
  • Parceria pela Valorização da Educação com o município de Juquiá, fomentando a capacitação de gestores e técnicos educacionais, além da melhoria do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica);
  • Apoio a comunidades, famílias carentes e aos municípios para o enfrentamento do COVID.

Vale destacar que o modelo de atuação do Legado das Águas une a conservação do meio ambiente ao uso responsável dos recursos naturais, ou seja, o trabalho da Reserva, além de seguir as recomendações da ONU, possui conexão com os princípios ESG (sigla inglesa que significa “ambiental, social e governança”), conceito que serve como guia para boas práticas de negócios e investimentos. 

Você tinha conhecimento sobre como essas mudanças podem impactar em nosso dia a dia? E consegue ver essa postura nas empresas próximas a você?

 

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Thayná Agnelli é jornalista formada pela FAPCOM, tem experiência em gestão de redes sociais e é responsável pela criação de conteúdo para o Legado das Águas.